segunda-feira, 1 de outubro de 2012
E ela? Ia resolver-se, eroticamente, afetivamente, com pessoinha próxima e que de repente se mostrava comprometida. E não era tão importante assim que assim fosse desde que não se fizesse importante parar para saber que era sim importante. É que, sabe, veja bem, há uma lenda da qual tantos de nós quase todos acreditamos, segundo a qual - essa mesma, ora, pois! - a gente atrai o que faz. E até o importante Freud definiu isso com palavras difíceis, transferenciais, projetivas, não vem ao caso. O fato é que nossas leis nos governam e punem a nós mesmos, também e principalmente, quando transgredimos. E assim está feito.
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